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ENTIDADE
O Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liqüefeito de Petróleo – Sindigás foi criado em 1974 com a finalidade de estudar, coordenar, proteger e representar a categoria diante da sociedade brasileira e nas diversas esferas dos governos federal, estadual e municipal. Além disso, o Sindigás busca uma maior colaboração junto aos poderes públicos, associações e entidades sindicais, de todos os níveis, no sentido da solidariedade social e de sua subordinação aos interesses nacionais.
Do ano de sua criação para cá, a entidade promoveu uma série de ações com o objetivo de modernizar o mercado e oferecer ao consumidor brasileiro produtos e serviços com mais segurança e qualidade. Mas foi em 1996, diante dos grandes desafios que levaram o setor à beira do colapso nos aspectos de competitividade, de rentabilidade e, pior ainda, de segurança ao consumidor final, que as empresas associadas decidiram criar – com a participação de órgãos do governo – o seu próprio Código de Auto-Regulamentação e um amplo Programa de Requalificação de botijões. A partir de então, o Sindigás passou a lutar de forma mais organizada e consistente por questões como liberdade de preços, livre mercado e ética concorrencial, além de defender a manutenção da marca gravada em alto relevo no produto e a implementação em larga escala de programas de qualidade e segurança.
Hoje, o Sindigás conta com sete empresas associadas (Amazongás, Fogás, SHV Gás Brasil, Nacional Gás Butano, Liquigás, Repsol Gás e Ultragaz), que atuam em todas as regiões do país. Empresas jovens, que só recentemente entraram no mercado nacional; e empresas com mais de meio século de experiência em produção e comercialização de botijões. Juntas, elas representam quase 90% do mercado total de Gás LP brasileiro. São empresas que oferecem ao consumidor uma larga tradição de confiabilidade de suas marcas e que têm a responsabilidade de assegurar, há mais de 60 anos, o abastecimento da população brasileira em todos os pontos do território nacional.
É provável que poucos brasileiros tenham a real dimensão da importância social e econômica do Gás Liqüefeito de Petróleo para o país. Hoje, o Gás LP, mais conhecido como “gás de cozinha”, tem maior penetração em território nacional do que a energia elétrica, a água encanada e a coleta de esgoto. São mais de 42 milhões de residências – ou 95% do total de domicílios do Brasil – e mais de 150 mil empresas regularmente atendidas por uma ampla e eficiente rede de distribuição do Gás LP, que está presente em 100% dos municípios brasileiros.
Trata-se de um setor vital para a sociedade e que, portanto, deve estar ao alcance, sempre, de toda a população.
A indústria do Gás LP é essencial também para a economia do país. São 21 empresas distribuidoras, mais de 70 mil revendedores, 100 mil pontos de venda, cerca de 6 milhões de toneladas comercializadas por ano, e um faturamento líquido anual de aproximadamente R$ 7 bilhões que gera para o poder público cerca de R$ 3 bilhões em impostos.
Esses números transformam o Brasil no quinto maior mercado mundial deste energético. O setor utiliza produtos e serviços de siderúrgicas, indústrias de máquinas e equipamentos, transportadoras, empresas de instalação, empresas de engenharia e muitas outras. Tudo somado, são pelo menos 350 mil empregos diretos e indiretos gerados pelo Gás LP.
Devido aos indiscutíveis benefícios ambientais e econômicos que oferece para a população das pequenas e grandes cidades, o Gás LP pode apresentar um leque mais amplo de opções de uso. Em alguns países, além do emprego residencial, o com-bustível é bastante utilizado, envasado não em botijões de 13 kg, mas a granel, nas mais diversas aplicações industriais – que hoje, no Brasil, não chega a 25% do con-sumo total de Gás LP. E há outras alternativas: como combustível automotivo e como agente para o condicionamento e refrigeração residencial, comercial, rural e industri-al, assim como para a geração de energia elétrica.
Para incentivar o consumo em tais segmentos, o Sindigás deu início ao desenvolvimento de gestões junto ao Governo Federal e à sociedade visando difundir a exce-lência energética do Gás Liqüefeito de Petróleo. O esforço exigirá o desenvolvimen-to de normas específicas, baseadas no intercâmbio, já em curso, com o mercado in-ternacional, no treinamento de equipes específicas de venda e de técnicos de insta-lações de tanques, além da adequação dos fornecedores para os novos equipamen-tos, como conversores, motores, cilindros, etc.
As distribuidoras associadas ao Sindigás seguem rigorosas normas em todas as etapas de sua atividade, respeitando padrões nacionais e internacionais de segurança e garantia de fornecimento. Para tanto, são necessários investimentos constantes, particularmente na requalificação de botijões, em manutenção e treinamento de pessoal. Para se ter uma idéia, nos últimos três anos as empresas do setor investiram cerca de R$ 1 bilhão em programas de melhoria do processo produtivo. Com isso, a indústria do Gás LP no Brasil alcançou os mais altos padrões de qualidade e segurança, comprovados através de diversas certificações internacionais.
A grande mudança em termos de segurança ocorreu em 1996, ano em que as empresas distribuidoras criaram e implementaram o Programa de Requalificação de Botijões. Entre os anos de 1996 e 2003, mais de 36 milhões de botijões foram requalificados, 8 milhões foram sucateados e 25 milhões de botijões novos foram colocados em circulação. Tais medidas tiveram – têm e terão sempre – como objetivo evitar qualquer tipo de risco para o consumidor brasileiro. Segundo dados da Polícia Militar do Estado de São Paulo, desde o ano de 1996, o número de acidentes com botijões diminuiu de forma drástica – e continua caindo.
A presença da marca gravada em alto relevo em cada botijão comercializado no país representa, de um lado, fator fundamental de responsabilização das empresas e, de outro lado, uma proteção adicional para o consumidor pois permite a identificação dos responsáveis pelo produto. Esse vínculo, por si só, obriga as distribuidoras a manterem em perfeito estado os recipientes que levam sua identificação impressa e a investirem em serviços e qualidade, de forma a trazer competitividade para a sua marca no mercado.
Nada mais seguro, inviolável, prático e econômico do que a marca gravada em alto relevo no próprio botijão. Afinal, o consumidor brasileiro tem o direito de comprar gás de quem ele quiser; ele pode, inclusive, escolher qual a distribuidora que, pela força dos valores agregados à sua marca, lhe oferece o melhor custo-benefício. Além disso, o desrespeito à identificação em alto relevo seria um retrocesso da legislação brasileira, caracterizando-se como um perigoso caminho para a violação da marca, da propriedade, etc. Não por acaso, a marca gravada no botijão é uma solução definitiva, utilizada no mundo inteiro pelas mais respeitadas empresas do setor.
Até o ano de 1996, o mercado brasileiro de Gás LP dispunha de 85 milhões de botijões de 13 kg de diversas marcas, sem manutenção adequada e misturados em todo o país; em outras palavras, as distribuidoras engarrafavam vasilhames de outras empresas, fossem elas quais fossem. Foi justamente a partir da assinatura do Código de Auto-Regulamentação que o Sindigás deu início a um complexo, mas eficaz processo de ajuste logístico com a criação dos Centros de Destroca. O objetivo: disciplinar o processo de destroca de botijões entre as distribuidoras, seus representantes ou franqueados.
Diferentemente de outros energéticos, o Gás LP tem uma característica muito especial: quando nas mãos do consumidor, o botijão pertence a ele, o consumidor; quando nas mãos da revenda, o botijão pertence à revenda; e quando nas mãos da distribuidora, à distribuidora. Até o surgimento do Código de Auto-Regulamentação, a questão era uma só: por que manter, requalificar ou assumir o custo de sucateamento de um botijão com a marca de outra empresa? Os Centros de Destroca responderam definitivamente esta pergunta.
Com normas próprias, as distribuidoras se obrigaram a permitir que os coordenadores regionais desses centros tivessem – e ainda tenham – acesso às suas bases de engarrafamento. Isso, para verificar todo processo de destroca e de envasilhamento, impedindo, assim, a prática de envase e comercialização de botijões com a marca de terceiros quando não autorizados por esses, independentemente da fiscalização promovida pelos órgãos fiscalizadores oficiais.
Em pouco tempo, dez Centros de Destroca foram construídos em locais estratégicos de forma a gerar o menor custo possível de movimentação para as empresas, além de evitar a dispersão, a destruição ou a inutilização de recipientes. Nada menos que 60 milhões de botijões foram destrocados e reposicionados nos primeiros seis meses de implementação do programa; hoje, com os dez Centros de Destroca e outras seis bases diretas de destroca espalhados por todo o país, 95% das empresas do mercado operam com marcas próprias e mais de 8 milhões de botijões continuam a ser destrocados todos os meses. Resultado: as empresas podem investir e desenvolver a sua própria marca e, mais importante, o consumidor mantém total liberdade de escolha no ato da compra e destroca do botijão de sua preferência.
Até o ano de 1996, o mercado brasileiro de Gás LP dispunha de 85 milhões de botijões de 13 kg de diversas marcas, sem manutenção adequada e misturados em todo o país; em outras palavras, as distribuidoras engarrafavam vasilhames de outras empresas, fossem elas quais fossem. Foi justamente a partir da assinatura do Código de Auto-Regulamentação que o Sindigás deu início a um complexo, mas eficaz processo de ajuste logístico com a criação dos Centros de Destroca. O objetivo: disciplinar o processo de destroca de botijões entre as distribuidoras, seus representantes ou franqueados.
Diferentemente de outros energéticos, o Gás LP tem uma característica muito especial: quando nas mãos do consumidor, o botijão pertence a ele, o consumidor; quando nas mãos da revenda, o botijão pertence à revenda; e quando nas mãos da distribuidora, à distribuidora. Até o surgimento do Código de Auto-Regulamentação, a questão era uma só: por que manter, requalificar ou assumir o custo de sucateamento de um botijão com a marca de outra empresa? Os Centros de Destroca responderam definitivamente esta pergunta.
Com normas próprias, as distribuidoras se obrigaram a permitir que os coordenadores regionais desses centros tivessem – e ainda tenham – acesso às suas bases de engarrafamento. Isso, para verificar todo processo de destroca e de envasilhamento, impedindo, assim, a prática de envase e comercialização de botijões com a marca de terceiros quando não autorizados por esses, independentemente da fiscalização promovida pelos órgãos fiscalizadores oficiais.
Em pouco tempo, dez Centros de Destroca foram construídos em locais estratégicos de forma a gerar o menor custo possível de movimentação para as empresas, além de evitar a dispersão, a destruição ou a inutilização de recipientes. Nada menos que 60 milhões de botijões foram destrocados e reposicionados nos primeiros seis meses de implementação do programa; hoje, com os dez Centros de Destroca e outras seis bases diretas de destroca espalhados por todo o país, 95% das empresas do mercado operam com marcas próprias e mais de 8 milhões de botijões continuam a ser destrocados todos os meses. Resultado: as empresas podem investir e desenvolver a sua própria marca e, mais importante, o consumidor mantém total liberdade de escolha no ato da compra e destroca do botijão de sua preferência.
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