{"id":17809,"date":"2020-03-25T15:06:21","date_gmt":"2020-03-25T18:06:21","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindigas.org.br\/?p=17809"},"modified":"2020-03-25T15:06:21","modified_gmt":"2020-03-25T18:06:21","slug":"moodys-revisa-projecoes-para-o-g-20-e-estima-pib-negativo-para-o-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindigas.org.br\/?p=17809","title":{"rendered":"Moody\u2019s revisa proje\u00e7\u00f5es para o G-20 e estima PIB negativo para o Brasil"},"content":{"rendered":"<p><strong>Fonte: G1<\/strong><\/p>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles active-capital-letter\" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"56\" data-block-id=\"1\">\n<p class=\"content-text__container theme-color-primary-first-letter\" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Sem precedentes na hist\u00f3ria, o choque do coronav\u00edrus na atividade deve resultar em uma contra\u00e7\u00e3o das 20 maiores economias do mundo, incluindo o Brasil. A ag\u00eancia de classifica\u00e7\u00e3o de riscos Moody\u2019s revisou suas proje\u00e7\u00f5es e agora v\u00ea uma baixa de 0,5% no PIB do G-20 neste ano, seguido de um crescimento de 3,2% em 2021.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"wall protected-content\">\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"63\" data-block-id=\"3\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">\u201cAs economias do G-20 sofrer\u00e3o um choque sem precedentes no primeiro semestre deste ano e ter\u00e3o uma contra\u00e7\u00e3o em 2020 como um todo, antes de uma retomada em 2021\u201d, dizem os analistas da ag\u00eancia em relat\u00f3rio. De fato, o n\u00famero para este ano \u00e9 bem diferente das estimativas publicadas em novembro de 2019, quando a Moody\u2019s esperava expans\u00e3o de 2,6% em 2020.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"62\" data-block-id=\"4\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"><strong>No caso do Brasil, a ag\u00eancia agora projeta uma contra\u00e7\u00e3o de 1,6% em 2020, seguida de um crescimento de 2,7% em 2021<\/strong>. Com isso, reverte a expectativa de expans\u00e3o para este ano de quase 2% mantida at\u00e9 o come\u00e7o de mar\u00e7o. Por aqui, o efeito mais duro tamb\u00e9m vir\u00e1 no primeiro semestre, quando a economia deve ter uma contra\u00e7\u00e3o de 3,5%.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"70\" data-block-id=\"5\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">\u201cO governo e o Banco Central t\u00eam anunciado algumas medidas para mitigar o impacto econ\u00f4mico e apoiar as empresas e segmentos vulner\u00e1veis da sociedade. No entanto, o d\u00e9ficit fiscal e a d\u00edvida relativamente alta est\u00e3o restringindo a capacidade do governo de fornecer uma resposta fiscal mais forte. N\u00f3s, portanto, esperamos um efeito significativamente negativo sobre o emprego e o crescimento\u201d, alertam os analistas da ag\u00eancia sobre a situa\u00e7\u00e3o do pa\u00eds.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"content-ads content-ads--reveal\" data-block-type=\"ads\" data-block-id=\"6\">\n<div id=\"banner_materia2\" class=\"tag-manager-publicidade-container mc-has-reveal mc-has-ad-lazyload tag-manager-publicidade-banner_materia2 tag-manager-publicidade-container--carregado tag-manager-publicidade-container--visivel\" data-id=\"banner_materia2\" data-google-query-id=\"CLf47LGbtugCFQF6wQod6GcAiA\" data-cid=\"138307163398\" data-lid=\"5330427504\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/95377733\/tvg_G1\/Economia_2__container__\">Falando de forma geral sobre o mundo emergente, os analistas afirmam que \u201ca falta de redes de seguran\u00e7a social, fraca capacidade de fornecer apoio adequado a empresas e fam\u00edlias e defici\u00eancias inerentes em muitos dos principais mercados emergentes devem amplificar os efeitos do choque induzido pelo coronav\u00edrus\u201d.<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"54\" data-block-id=\"8\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Al\u00e9m disso, os emergentes com mercados de capitais relativamente abertos permanecem vulner\u00e1veis ao sentimento de risco do mercado financeiro, uma vez que as perspectivas de crescimento est\u00e3o se deteriorando. \u201cComo resultado, as recupera\u00e7\u00f5es em muitas das economias de mercados emergentes provavelmente ser\u00e3o relativamente mais amenas do que as economias avan\u00e7adas e a China\u201d, acrescentam.<\/p>\n<\/div>\n<div data-track-category=\"multicontent\" data-track-action=\"ultimo chunk conteudo\" data-track-noninteraction=\"false\" data-track-scroll=\"view\">\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"76\" data-block-id=\"9\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Na avalia\u00e7\u00e3o da Moody\u2019s, as economias emergentes do G-20 ter\u00e3o contra\u00e7\u00e3o de 1,9% em 2020 e crescimento de 4,7% em 2021. Dentre elas, a China ter\u00e1 baixa de 3,3% neste ano e alta de 6% em 2021. J\u00e1 as economias desenvolvidas sofrer\u00e3o contra\u00e7\u00e3o de 2% em 2020, com retomada de 2,2% no ano seguinte. Maior economia do mundo, os EUA tamb\u00e9m ver\u00e3o uma baixa de 2% neste ano, seguida de crescimento de 2,3% em 2021.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fonte: G1 Sem precedentes na hist\u00f3ria, o choque do coronav\u00edrus na atividade deve resultar em uma contra\u00e7\u00e3o das 20 maiores economias do mundo, incluindo o Brasil. 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