{"id":23547,"date":"2021-01-29T09:57:45","date_gmt":"2021-01-29T12:57:45","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindigas.org.br\/novosite\/?p=21223"},"modified":"2021-01-29T09:57:45","modified_gmt":"2021-01-29T12:57:45","slug":"diesel-sobe-mais-nas-refinarias-do-que-nas-distribuidoras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindigas.org.br\/?p=23547","title":{"rendered":"Diesel sobe mais nas refinarias do que nas distribuidoras"},"content":{"rendered":"<p>\t\t\t\t<strong>Fonte: Estado de Minas<\/strong><\/p>\n<p>Piv\u00f4 de um embate entre caminhoneiros e o governo federal, a alta recente do pre\u00e7o do \u00f3leo diesel tem sido puxada desde o ano passado pelo primeiro elo da cadeia de venda do produto, formada pelas refinarias da Petrobras e por importadores, segundo dados da Ag\u00eancia Nacional do Petr\u00f3leo, G\u00e1s Natural e Biocombust\u00edveis (ANP).<\/p>\n<p>No quarto trimestre do ano passado, quando as cota\u00e7\u00f5es do petr\u00f3leo come\u00e7aram a se recompor ap\u00f3s o pior momento da crise causada pela covid-19, o valor cobrado no primeiro elo subiu 16,6%. \u00c9 mais que o triplo do reajuste nos postos de gasolina, de 4,4%, no mesmo per\u00edodo. Tamb\u00e9m ficou acima da alta verificada na distribui\u00e7\u00e3o, segmento que compra dos produtores e importadores e repassa para o varejo, com pre\u00e7os 10,8% maiores.<\/p>\n<p>Nesta semana, a Petrobras anunciou mais um reajuste nas refinarias, de 4,4%, o primeiro do ano. A remarca\u00e7\u00e3o serviu de estopim para uma nova crise com os caminhoneiros, que amea\u00e7am promover uma greve, nos moldes do movimento que parou o Pa\u00eds em meio de 2018.<\/p>\n<p>A estatal, produtora de quase todo o combust\u00edvel consumido no Brasil, j\u00e1 havia revisado o pre\u00e7o do diesel em suas refinarias em R$ 0,31 (de R$ 1,68 para R$ 2,02) de outubro a dezembro, uma alta de 20%. As remarca\u00e7\u00f5es seguem a recupera\u00e7\u00e3o das cota\u00e7\u00f5es internacionais do petr\u00f3leo e o aumento da taxa de c\u00e2mbio, conforme as pol\u00edticas de pre\u00e7os adotadas desde o governo Michel Temer.<\/p>\n<p>A Petrobras afirmou que, ao formular os pre\u00e7os em suas refinarias, considera as cota\u00e7\u00f5es internacionais, os custos de importa\u00e7\u00e3o e o c\u00e2mbio. Diz tamb\u00e9m que a quantia paga pelo consumidor final \u00e9 resultado das pol\u00edticas de pre\u00e7os seguidas por ela e tamb\u00e9m por outros agentes comercializadores, sobre os quais n\u00e3o tem inger\u00eancia.<\/p>\n<p>Segundo S\u00e9rgio Ara\u00fajo, presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Importadores de Combust\u00edveis (Abicom), ao longo da cadeia de comercializa\u00e7\u00e3o do diesel, os aumentos de pre\u00e7os s\u00e3o dilu\u00eddos por outros fatores e, por isso, a alta no refino e na importa\u00e7\u00e3o \u00e9 mais aparente.<\/p>\n<p>Em resposta \u00e0s recentes reivindica\u00e7\u00f5es sobre o pre\u00e7o do combust\u00edvel, a estatal publicou em seu site um levantamento da Global Price que conclui que, no in\u00edcio deste m\u00eas, o pre\u00e7o do diesel vendido nos postos custava, no Brasil, 27,4% menos do que a m\u00e9dia mundial. O levantamento, no entanto, \u00e9 formulado em d\u00f3lar e n\u00e3o reflete os efeitos do c\u00e2mbio no mercado interno.<\/p>\n<p>Paulo Miranda, presidente da Fecombust\u00edveis, que re\u00fane cerca de 40 mil postos de gasolina, diz que seus associados &#8220;reduziram tudo o que podiam no diesel, e a margem de lucro gira atualmente em torno de 3%, 4%&#8221;. Hoje, acrescenta ele, o pre\u00e7o praticado no Brasil \u00e9 inferior ao da maioria dos pa\u00edses.<br \/>\nAs informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal\u00a0<b>O Estado de S. Paulo.<\/b>\t\t<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fonte: Estado de Minas Piv\u00f4 de um embate entre caminhoneiros e o governo federal, a alta recente do pre\u00e7o do \u00f3leo diesel tem sido puxada desde o ano passado pelo primeiro elo da cadeia de venda do produto, formada pelas refinarias da Petrobras e por importadores, segundo dados da Ag\u00eancia [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"footnotes":""},"categories":[48,47],"tags":[],"class_list":["post-23547","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-destaque","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindigas.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/23547","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindigas.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindigas.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindigas.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindigas.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=23547"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindigas.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/23547\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindigas.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=23547"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindigas.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=23547"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindigas.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=23547"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}