{"id":24663,"date":"2021-09-08T10:17:12","date_gmt":"2021-09-08T13:17:12","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindigas.org.br\/novosite\/?p=22993"},"modified":"2021-09-28T09:46:34","modified_gmt":"2021-09-28T12:46:34","slug":"bolsonaro-recorre-ao-stf-para-unificar-icms-de-combustivel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindigas.org.br\/?p=24663","title":{"rendered":"Bolsonaro recorre ao STF para unificar ICMS de combust\u00edvel"},"content":{"rendered":"<p><strong>Fonte: <a href=\"https:\/\/www.fecombustiveis.org.br\/noticia\/bolsonaro-recorre-ao-stf-para-unificar-icms-de-combustivel\/247544\">A Gazeta News \/ Imagem: Reprodu\u00e7\u00e3o<\/a><\/strong><\/p>\n<div class=\"ckEditorBox\">\n<p>Pressionado pelo aumento dos pre\u00e7os de gasolina e diesel, o governo entrou com a\u00e7\u00e3o no Supremo Tribunal Federal (STF) para obrigar os Estados a adotar al\u00edquota \u00fanica de ICMS sobre os combust\u00edveis. O documento \u00e9 assinado pelo pr\u00f3prio presidente Jair Bolsonaro e pelo advogado-geral da Uni\u00e3o, Bruno Bianco, e pede que o Supremo fixe prazo de 120 dias para que o Congresso aprove uma nova lei sobre o tema.<\/p>\n<p>A peti\u00e7\u00e3o encaminhada ao Supremo \u00e9 uma A\u00e7\u00e3o Direta de Inconstitucionalidade por Omiss\u00e3o (ADO). O presidente alega que o Congresso foi omisso ao n\u00e3o editar lei complementar para regular a cobran\u00e7a de ICMS no Pa\u00eds. Caso seja reconhecido pelos ministros que houve descaso do Legislativo, os parlamentares ser\u00e3o notificados sobre a necessidade de incluir a mat\u00e9ria na lista de vota\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>A peti\u00e7\u00e3o inicial ainda n\u00e3o foi distribu\u00edda internamente e, portanto, ainda n\u00e3o h\u00e1 relator respons\u00e1vel pelo caso, nem previs\u00e3o de quando ser\u00e1 inclu\u00edda na lista de julgamentos da Corte. \u00c9 ainda poss\u00edvel que a a\u00e7\u00e3o seja analisada pelo plen\u00e1rio virtual do STF, ferramenta na qual os ministros depositam seus votos no decorrer de uma semana, mantendo o caso longe dos holofotes p\u00fablicos.<\/p>\n<p>A a\u00e7\u00e3o menciona emenda constitucional aprovada em 2001 que previa a regulamenta\u00e7\u00e3o da cobran\u00e7a de forma monof\u00e1sica, ou seja, incidindo uma s\u00f3 vez, uniforme em todo o territ\u00f3rio nacional, mas diferenciadas por produto. A pr\u00f3pria emenda, por\u00e9m, deixa em aberto a possibilidade de a cobran\u00e7a ser \u201cad valorem\u201d \u2013 ou seja, um valor fixo por litro \u2013 ou \u201cad rem\u201d \u2013 um porcentual sobre o valor da opera\u00e7\u00e3o ou pre\u00e7o de venda.<\/p>\n<p>Na a\u00e7\u00e3o, Bolsonaro e Bianco mencionam que isso n\u00e3o ocorreu \u201clamentavelmente, embora transcorridos quase 20 anos desde a promulga\u00e7\u00e3o\u201d da emenda. \u201cEsse impasse legislativo tem se mostrado bastante prejudicial para o Pa\u00eds\u201d, diz o documento.<\/p>\n<p>O ICMS sobre gasolina varia hoje de 25% a 34% \u2013 em S\u00e3o Paulo, por exemplo, \u00e9 de 25%, e no Rio de Janeiro, de 34%. Sobre o diesel, as al\u00edquotas variam de 12% a 25%; sobre o etanol, de 12% a 30%; e sobre o g\u00e1s de cozinha, de 12% a 25%.<\/p>\n<div class=\"w-clearfix\"><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"autor-noticia\">Autor\/Ve\u00edculo: O Estado de S.Paulo<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fonte: A Gazeta News \/ Imagem: Reprodu\u00e7\u00e3o Pressionado pelo aumento dos pre\u00e7os de gasolina e diesel, o governo entrou com a\u00e7\u00e3o no Supremo Tribunal Federal (STF) para obrigar os Estados a adotar al\u00edquota \u00fanica de ICMS sobre os combust\u00edveis. 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