{"id":26369,"date":"2021-12-01T10:45:25","date_gmt":"2021-12-01T13:45:25","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindigas.org.br\/?p=26369"},"modified":"2021-12-01T11:41:14","modified_gmt":"2021-12-01T14:41:14","slug":"mubadala-comeca-a-operar-a-rlam-nesta-quarta-feira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindigas.org.br\/?p=26369","title":{"rendered":"Mubadala come\u00e7a a operar a RLAM nesta quarta-feira"},"content":{"rendered":"<p><strong>Fonte:<\/strong> <a href=\"https:\/\/epbr.com.br\/mudabala-comeca-a-operar-a-rlam-nesta-quarta-feira\/?utm_source=push\">epbr<\/a> \/ Imagem: <span class=\"meta_text \">por <\/span><a href=\"https:\/\/epbr.com.br\/author\/redacao\/\">epbr<\/a><\/p>\n<p>A Petrobras anunciou nesta ter\u00e7a-feira (30\/11) que concluiu a venda da Refinaria Landulpho Alves (RLAM) e seus ativos log\u00edsticos associados, localizados no estado da Bahia, para a MC Brazil Downstream Participa\u00e7\u00f5es, empresa do grupo Mubadala Capital, com o recebimento de US$ 1,8 bilh\u00e3o. O contrato ainda prev\u00ea um ajuste final do pre\u00e7o de aquisi\u00e7\u00e3o, que se espera seja apurado nos pr\u00f3ximos meses.<\/p>\n<p>A Acelen, empresa criada pelo Mubadala Capital para a opera\u00e7\u00e3o da refinaria, assume nesta quarta-feira (12) a gest\u00e3o da RLAM, que passou a se chamar Refinaria de Mataripe.<\/p>\n<p>A Petrobras continuar\u00e1 dando apoio para as opera\u00e7\u00f5es da Acelen, que anunciou que continuar\u00e1 a abastecer o mercado de derivados de petr\u00f3leo regional e \u201cassume o compromisso de fomentar investimentos, gerar novas oportunidades de neg\u00f3cios e estimular o desenvolvimento da Bahia e do Brasil\u201d.<\/p>\n<p>\u201cEssa opera\u00e7\u00e3o de venda \u00e9 um marco importante para a Petrobras e o setor de combust\u00edveis no pa\u00eds. Acreditamos que, com novas empresas atuando no refino, o mercado ser\u00e1 mais competitivo e teremos mais investimentos, o que tende a fortalecer a economia e gerar benef\u00edcios para a sociedade. Do ponto de vista da companhia, \u00e9 um avan\u00e7o na sua estrat\u00e9gia de realoca\u00e7\u00e3o de recursos.\u201d, disse o presidente da Petrobras, Joaquim Silva e Luna.<\/p>\n<p>\u201cA Refinaria de Mataripe tem uma liga\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica com a Bahia e temos orgulho deste legado. Vamos investir e trabalhar para modernizar os processos e aumentar a capacidade de produ\u00e7\u00e3o, gerando novas oportunidades e fortalecendo toda a cadeia produtiva do petr\u00f3leo\u201d, afirma Luiz de Mendon\u00e7a, CEO da Acelen.<\/p>\n<p><strong>Al\u00e9m da refinaria\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>A Petrobras vai vender junto com a RLAM 669 km de dutos que integram a rede da refinaria, incluindo oleodutos curtos (Becan 6\u201d, Becan 8\u201d, e 21 Oleodutos de petr\u00f3leo e derivados ligando a RLAM ao Terminal Madre de Deus) e oleodutos longos (ORSUB ligando a RLAM aos Terminais de Jequi\u00e9 e Itabuna; ORPENE L1\/14\u201d, ORPEN 12\u201d e ORPENE 8\u201d, ligando a RLAM ao Complexo Petroqu\u00edmico de Cama\u00e7ari).<\/p>\n<p>A venda da refinaria baiana prev\u00ea tamb\u00e9m o desinvestimento em quatro terminais no estado: Candeias, Itabua, Jequi\u00e9 e Madre de Deus.<\/p>\n<p>A RLAM come\u00e7ou a operar em 1950 e tem capacidade para processar 330 mil barris por dia de petr\u00f3leo.<\/p>\n<p><span>\u00a0<\/span>da Petrobras eram \u201ctecnicamente embasadas e aderentes \u00e0 sistem\u00e1tica para desinvestimentos de ativos\u201d da companhia.<\/p>\n<p>Em junho, o Cade aprovou, sem restri\u00e7\u00f5es, a venda da refinaria para o fundo Mubadala.<\/p>\n<p><strong>Discuss\u00e3o no Congresso e com petroleiros<\/strong><\/p>\n<p>A venda da RLAM acabou virando pauta para o Congresso Nacional. Em fevereiro, o presidente da Federa\u00e7\u00e3o \u00danica dos Petroleiros (FUP), Deyvid Bacelar, anunciou que ingressou, em conjunto com o senador Jaques Wagner (PT\/BA) e o coordenador-geral do Sindipetro-Bahia, Jairo Batista, com a\u00e7\u00e3o popular na Justi\u00e7a Federal de Salvador para suspender a venda da Refinaria Landulpho Alves (RLAM) para a Mubadala.<\/p>\n<p>A a\u00e7\u00e3o questiona o valor do neg\u00f3cio, anunciado no \u00faltimo dia 8 pela Petrobras e avaliado em US$ 1,65 bilh\u00e3o (R$ 8,9 bilh\u00f5es) .<\/p>\n<p>Em mar\u00e7o, o ministro do Tribunal de Contas da Uni\u00e3o (TCU), Walton Alencar Rodrigues, determinou que as \u00e1reas t\u00e9cnicas do \u00f3rg\u00e3o entregassem em sete dias um parecer sobre a venda da refinaria Landulpho Alves (RLAM) na Bahia por um valor 45% inferior ao cen\u00e1rio-base calculado internamente pela pr\u00f3pria Petrobras.<\/p>\n<p>Ministros da corte de contas criticaram a pressa da Petrobras em fechar o neg\u00f3cio e chegaram a alertar que uma tentativa de driblar o controle externo poder\u00e1 levar \u00e0 responsabiliza\u00e7\u00e3o de membros da diretoria executiva da estatal.<\/p>\n<p>Em maio, o TCU decidiu autorizar a venda da refinaria e julgou improcedente as quest\u00f5es levandadas contra a venda. Entendeu ainda que as informa\u00e7\u00f5es da Petrobras eram \u201ctecnicamente embasadas e aderentes \u00e0 sistem\u00e1tica para desinvestimentos de ativos\u201d da companhia.<\/p>\n<p>Em junho, o Cade aprovou, sem restri\u00e7\u00f5es, a venda da refinaria para o fundo Mubadala.<\/p>\n<p>Obrigada!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fonte: epbr \/ Imagem: por epbr A Petrobras anunciou nesta ter\u00e7a-feira (30\/11) que concluiu a venda da Refinaria Landulpho Alves (RLAM) e seus ativos log\u00edsticos associados, localizados no estado da Bahia, para a MC Brazil Downstream Participa\u00e7\u00f5es, empresa do grupo Mubadala Capital, com o recebimento de US$ 1,8 bilh\u00e3o. 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