{"id":28285,"date":"2022-05-17T13:10:15","date_gmt":"2022-05-17T16:10:15","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindigas.org.br\/?p=28285"},"modified":"2022-05-17T13:10:15","modified_gmt":"2022-05-17T16:10:15","slug":"inflacao-em-abril-segue-mais-alta-para-os-mais-pobres-diz-ipea","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindigas.org.br\/?p=28285","title":{"rendered":"Infla\u00e7\u00e3o em abril segue mais alta para os mais pobres, diz Ipea"},"content":{"rendered":"<p><strong>Fonte: <a href=\"https:\/\/atarde.com.br\/economia\/inflacao-em-abril-segue-mais-alta-para-os-mais-pobres-diz-ipea-1195539?wn=&amp;r1=?wn=&amp;r1=\">A Tarde<\/a> \/ imagem: Ag\u00eancia Brasil<\/strong><\/p>\n<p>O impacto da alta da infla\u00e7\u00e3o, no m\u00eas de abril, seguiu maior para a popula\u00e7\u00e3o de renda mais baixa. \u00c9 o que apontou um estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econ\u00f4mica e Aplicada (Ipea) nesta segunda-feira, 16.<\/p>\n<p>No per\u00edodo, conforme o levantamento, a varia\u00e7\u00e3o para este grupo, cuja renda est\u00e1 abaixo de R$ 1.726,01, foi de 1,06%.<\/p>\n<p>A an\u00e1lise revelou tamb\u00e9m que o fen\u00f4meno foi detectado em todos os grupos analisados, ainda que o impacto tenha sido menor. No segmento de renda alta, maior que R$ 17.260,14 por domic\u00edlio, a infla\u00e7\u00e3o foi de 1%.<\/p>\n<p>J\u00e1 quando levado em conta o per\u00edodo entre janeiro e abril deste ano, o segmento de renda muito alta percebe uma infla\u00e7\u00e3o de 3,7%, contra 4,5% de renda muito baixa.<\/p>\n<p>Por sua vez, no acumulado de 12 meses, o primeiro grupo lida com taxas de 10,8%, contra 12,7% do segundo.<\/p>\n<p><b>Contribui\u00e7\u00f5es<\/b><\/p>\n<p>O estudo do Ipea, que trabalha com seis faixas de renda, relevou que nas tr\u00eas mais baixas, a maior contribui\u00e7\u00e3o \u00e0 infla\u00e7\u00e3o do per\u00edodo veio do grupo de alimentos e bebidas.<\/p>\n<p>No primeiro, os principais pontos de press\u00e3o na alimenta\u00e7\u00e3o domiciliar foram batata (18,3%), leite (10,3%), \u00f3leo de soja (8,2%) feij\u00e3o (7,1%) e p\u00e3o franc\u00eas (4,5%). No geral, o grupo de bebidas e alimentos respondeu por 61% de toda a infla\u00e7\u00e3o apurada no segmento em abril.<\/p>\n<p>Os dados dos \u00faltimos 12 meses, para a renda mais baixa, s\u00e3o impulsionados principalmente pelos alimentos in natura: cenoura (alta de 178,1%), tomate (103,3%) e batata (63,4%).<\/p>\n<p>Na habita\u00e7\u00e3o, os principais impactos s\u00e3o do botij\u00e3o de g\u00e1s (32,2%) e da energia el\u00e9trica (20,5%).<\/p>\n<p>Nas mais altas, o principal impacto foi sentido nos transportes, que proporcionou 60% da alta do per\u00edodo. A infla\u00e7\u00e3o esteve concentrada em passagens a\u00e9reas (9,5%), etanol (8,4%), diesel (4,5%), transporte por aplicativo (4,1%) e gasolina (2,5%).<\/p>\n<p>Na faixa de renda mais alta, a press\u00e3o dos 12 meses est\u00e1 nos mais presente nos combust\u00edveis: g\u00e1s natural veicular (45,2%), etanol (42,1%) e gasolina (31,2%).<\/p>\n<p>Essas varia\u00e7\u00f5es afetaram o segmento de transportes, como o deslocamento por carros de aplicativos (67,2%) e t\u00e1xis (14,3%) e passagens a\u00e9reas (14,3%).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fonte: A Tarde \/ imagem: Ag\u00eancia Brasil O impacto da alta da infla\u00e7\u00e3o, no m\u00eas de abril, seguiu maior para a popula\u00e7\u00e3o de renda mais baixa. \u00c9 o que apontou um estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econ\u00f4mica e Aplicada (Ipea) nesta segunda-feira, 16. 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