{"id":35137,"date":"2022-10-13T11:18:19","date_gmt":"2022-10-13T14:18:19","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindigas.org.br\/?p=35137"},"modified":"2022-10-13T11:23:37","modified_gmt":"2022-10-13T14:23:37","slug":"participacao-do-pre-sal-na-producao-de-petroleo-sera-de-80-em-2032-mostra-pde","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindigas.org.br\/?p=35137","title":{"rendered":"Participa\u00e7\u00e3o do pr\u00e9-sal na produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo ser\u00e1 de 80% em 2032, mostra PDE"},"content":{"rendered":"<p><strong>Fonte: <a href=\"https:\/\/www.infomoney.com.br\/mercados\/participacao-do-pre-sal-na-producao-de-petroleo-sera-de-80-em-2032-mostra-pde\/\">Info Money<\/a> \/ imagem: Pexels<\/strong><\/p>\n<p>Nos pr\u00f3ximos 10 anos, a participa\u00e7\u00e3o do petr\u00f3leo do pr\u00e9-sal na produ\u00e7\u00e3o total do Brasil vai subir dos atuais 73% para 80%, informa o caderno de estudos do Plano Decenal de Energia 2032 (PDE 2032) divulgado nesta segunda-feira, 10, pelo Minist\u00e9rio de Minas e Energia (MME). O volume previsto para a regi\u00e3o subiu em 100 mil barris di\u00e1rios em compara\u00e7\u00e3o com o PDE anterior, para 4 milh\u00f5es de barris\/dia.<\/p>\n<p>Em 2032, a produ\u00e7\u00e3o total de petr\u00f3leo vai atingir 4,9 milh\u00f5es de barris di\u00e1rios, queda em rela\u00e7\u00e3o aos 5,2 milh\u00f5es de b\/d previstos para 2031. Para 2022, a proje\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o total caiu de 3,4 milh\u00f5es de b\/d no PDE 2031 para 3 milh\u00f5es de b\/d no PDE 2032. O pico de produ\u00e7\u00e3o ser\u00e1 em 2029, quando a produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo dever\u00e1 atingir 5,4 milh\u00f5es de b\/d.<\/p>\n<p>Segundo o estudo, que junto com outros cadernos v\u00e3o construir o PDE 2032, \u201cos combust\u00edveis f\u00f3sseis apresentam um papel importante na matriz energ\u00e9tica prevista para o dec\u00eanio\u201d. \u201cContudo, observa-se a busca por um barril competitivo e \u2018descarbonizado&#8217;\u201d, ressaltou o documento.<\/p>\n<p>A previs\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o bruta de g\u00e1s natural para o dec\u00eanio do PDE 2032 \u00e9, em m\u00e9dia, 13% superior \u00e0 proje\u00e7\u00e3o apresentada no PDE 2031, segundo c\u00e1lculo antes dos descontos de consumo pr\u00f3prio, inje\u00e7\u00e3o, queima e perdas. De acordo com o PDE 2032, a produ\u00e7\u00e3o bruta de g\u00e1s natural ser\u00e1 de 323 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos por dia (m3\/d) na ponta do plano, contra a previs\u00e3o de 269 milh\u00f5es de m3\/d um ano antes.<\/p>\n<p>Foram revistas a produ\u00e7\u00e3o do campo de B\u00fazios, que, de acordo com o com seu novo Plano de Desenvolvimento (2021), vai adotar unidades de produ\u00e7\u00e3o de maior capacidade. J\u00e1 os campos de Wahoo, Budi\u00e3o, Budi\u00e3o Noroeste, Budi\u00e3o Sudeste, Palombeta, Cavala, Agulhinha e Agulhinha Oeste tiveram suas comercialidades declaradas e passaram a compor a categoria de reserva total, explicou o estudo.<\/p>\n<p>O g\u00e1s natural produzido na regi\u00e3o do pr\u00e9-sal tamb\u00e9m teve a participa\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o total do Pa\u00eds elevada, de 69% para 78% de um plano para outro. Segundo o documento, a produ\u00e7\u00e3o bruta vai passar de 193 milh\u00f5es de m3\/d em 2031, para 252 milh\u00f5es de m3\/d em 2032.<\/p>\n<p>J\u00e1 a produ\u00e7\u00e3o l\u00edquida de g\u00e1s natural do pr\u00e9-sal (ap\u00f3s os descontos de consumo pr\u00f3prio, inje\u00e7\u00e3o, queima e perdas) passou de 137 milh\u00f5es de m3\/d em 2031 para 134 milh\u00f5es de m3\/d em 2032, queda de 2,2%.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fonte: Info Money \/ imagem: Pexels Nos pr\u00f3ximos 10 anos, a participa\u00e7\u00e3o do petr\u00f3leo do pr\u00e9-sal na produ\u00e7\u00e3o total do Brasil vai subir dos atuais 73% para 80%, informa o caderno de estudos do Plano Decenal de Energia 2032 (PDE 2032) divulgado nesta segunda-feira, 10, pelo Minist\u00e9rio de Minas e [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":29241,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"footnotes":""},"categories":[48,47],"tags":[],"class_list":["post-35137","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaque","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindigas.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/35137","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindigas.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindigas.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindigas.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindigas.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=35137"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindigas.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/35137\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindigas.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/29241"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindigas.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=35137"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindigas.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=35137"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindigas.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=35137"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}