{"id":39059,"date":"2024-01-05T09:32:55","date_gmt":"2024-01-05T12:32:55","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindigas.org.br\/?p=39059"},"modified":"2024-01-08T10:21:47","modified_gmt":"2024-01-08T13:21:47","slug":"gas-de-cozinha-fica-mais-caro-em-janeiro-e-deve-receber-novo-reajuste-em-fevereiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindigas.org.br\/?p=39059","title":{"rendered":"G\u00e1s de cozinha fica mais caro em janeiro e deve receber novo reajuste em fevereiro"},"content":{"rendered":"<p>Fonte: <a href=\"https:\/\/sbtnews.sbt.com.br\/noticia\/economia\/gas-de-cozinha-fica-mais-caro-em-janeiro-e-deve-receber-novo-reajuste-em-fevereiro\">SBT<\/a> \/ imagem: CJJ<\/p>\n<p>Os consumidores ter\u00e3o que desembolsar mais dinheiro agora em 2024 para comprar o g\u00e1s de cozinha. O produto, essencial na vida dos brasileiros, passou por reajuste em janeiro e tem previs\u00e3o para outro aumento em fevereiro.<\/p>\n<p>Em todo pa\u00eds, o pre\u00e7o m\u00e9dio do g\u00e1s de cozinha subiu de R$ 101,85 para R$ 103,89. Os estados de Pernambuco, Rio de Janeiro, Distrito Federal e Alagoas tiveram as maiores altas percentuais:<\/p>\n<ul>\n<li>Pernambuco &#8211; 2,3% (de R$ 89,04 para R$ 91,08)<\/li>\n<li>Rio de Janeiro &#8211; 2,2% (de R$ 93,22 para R$ 95,26)<\/li>\n<li>Alagoas &#8211; 2,2% (de R$ 93,03 para R$ 95,07)<\/li>\n<li>Distrito Federal &#8211; 2,2% (de R$ 94,46 para R$ 96,50)<\/li>\n<\/ul>\n<p>O norte do pa\u00eds tem os valores mais altos para compra do botij\u00e3o de 13 quilos, com diferen\u00e7as de mais de R$ 30 para outras regi\u00f5es:<\/p>\n<ul>\n<li>Roraima &#8211; R$ 126,83<\/li>\n<li>Rond\u00f4nia &#8211; R$ 121,67<\/li>\n<li>Amazonas &#8211; R$ 120,88<\/li>\n<\/ul>\n<p>O motivo do aumento tem rela\u00e7\u00e3o com a volta da cobran\u00e7a integral do imposto federal Pis\/Cofins, que estava zerado desde 2021. O valor deve subir ainda mais em fevereiro, quando entrar\u00e1 em vigor um novo reajuste, dessa vez por causa da alta de impostos estaduais.<\/p>\n<p>A partir de 1\u00b0de fevereiro os estados come\u00e7am a aplicar novas al\u00edquotas de ICMS sobre o g\u00e1s de cozinha. O Conselho Nacional de Pol\u00edtica Fazend\u00e1ria (CONFAZ) aprovou, no fim do ano passado, o aumento da cobran\u00e7a dos atuais R$ 1,25 por quilo para R$ 1,41). Por botij\u00e3o, a alta vai ficar em torno de R$ 2,03, uma alta de 2% quanto o valor atual.<\/p>\n<p>O reajuste, no entanto, pode fazer com que em alguns estados o ICMS supere o teto m\u00e1ximo permitido de 18%, previsto para produtos essenciais, como o g\u00e1s de cozinha. O alerta \u00e9 do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de G\u00e1s (Sindig\u00e1s), entidade que representa as principais empresas do setor.<\/p>\n<p>&#8220;A gente ainda acredita firmemente que no caso do ICMS dos impostos estaduais ainda existe uma possibilidade de que os estados revejam a posi\u00e7\u00e3o deles de aumentar a al\u00edquota deles de R$170 reais\/tonelada para 1 de fevereiro&#8221;, afirma Sergio Bandeira de Mello, presidente do Sindig\u00e1s.<\/p>\n<p>O fim da isen\u00e7\u00e3o de Pis\/Cofins e as novas al\u00edquotas do ICMS sobre o g\u00e1s de cozinha indicam uma tend\u00eancia em rela\u00e7\u00e3o aos servi\u00e7os essenciais para 2024, segundo o economista Alberto Ajzental, professor da FGV.<\/p>\n<p>&#8220;O que est\u00e1 acontecendo \u00e9 que os estados est\u00e3o reonerando as al\u00edquotas do ICMS porque buscam mais recursos. Isso n\u00e3o vai s\u00f3 acontecer s\u00f3 GLP como em outros produtos&#8221;, diz o economista.<\/p>\n<p>O presidente do Sindig\u00e1s fala sobre o impacto na vida dos brasileiros: &#8220;a gente v\u00ea negativo pela essencialidade, ou seja, voc\u00ea n\u00e3o come arroz e feij\u00e3o cru, voc\u00ea precisa do GLP para cozinhar. O GLP \u00e9 um g\u00e1s presente em 66 miilh\u00f5es de lares brasileiros. 91% dos lares brasileiros utilizam GLP, ent\u00e3o voc\u00ea tem um aumento de custo direto de vida das pessoas&#8221;.<\/p>\n<p><iframe  id=\"_ytid_15626\"  width=\"750\" height=\"422\"  data-origwidth=\"750\" data-origheight=\"422\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/GreMyxVTzls?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fonte: SBT \/ imagem: CJJ Os consumidores ter\u00e3o que desembolsar mais dinheiro agora em 2024 para comprar o g\u00e1s de cozinha. 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