Fonte: UOL ECOA / imagem: Sindigás

Uma revolução silenciosa ocorre todos os dias nas famílias do Brasil. Uma mudança estrutural que garante saúde, segurança, educação, preservação ambiental, qualidade de vida e comida na mesa. Essa revolução é tecnicamente conhecida por uma sigla: GLP, o Gás Liquefeito de Petróleo, mas que todos os brasileiros conhecem como o gás de cozinha.

Afinal, por que o gás de cozinha muda a saúde, a segurança, a educação e a qualidade de vida das famílias? O gás produzido e engarrafado pelas distribuidoras brasileiras é o melhor instrumento de combate à chamada pobreza energética. Sem acesso regular ao conhecido botijão de 13 kg, cerca de 15 milhões de famílias, ou mais de 50 milhões de pessoas, usavam lenha ou carvão para cozinhar o alimento.

Pesquisas e estudos comprovam os benefícios do gás de cozinha

Lenha: um risco invisível

24 milhões de brasileiros estavam expostos à fumaça tóxica da lenha ou carvão, que emite micropartículas que penetram profundamente nos pulmões. Essa fumaça em ambiente fechado é uma das principais causas de 10 mil mortes prematuras anuais no Brasil. O gás de cozinha é uma energia mais limpa do que a lenha ou o carvão. Não polui o ambiente doméstico, nem emite resíduos prejudiciais à saúde.

 Energia Segura

O fogo para cozinhar alimentos é um dos maiores responsáveis por incêndios domésticos e queimaduras. O gás de botijão das empresas brasileiras é uma energia segura para as famílias, confiável, com procedência garantida e investimento em requalificação dos botijões.

Mais tempo para estudar

Famílias gastavam em média 32 horas por mês catando lenha. Um trabalho que era feito sobretudo pelas crianças, que perdiam uma hora por dia ? tempo que deveria ser usado para estudo e lazer. O botijão de gás vira o jogo deste trabalho infantil invisível.

Economia de tempo

Acender o fogo da lenha demanda cerca de 20 minutos. Um tempo que muitas mães de família tiravam do sono da manhã ou do descanso no fim do dia. A chama do botijão é instantânea. O café sai mais rápido e a comida cozinha na medida certa.

Preservação

O uso constante da lenha e do carvão promovem desmatamento e destruição do meio ambiente. O uso do gás de cozinha preserva árvores.

O gás de cozinha no Brasil

Essa revolução silenciosa, em tão curto tempo, só está sendo possível porque o Brasil tem um dos mercados mais confiáveis e seguros de GLP. Um padrão de excelência global, que chega a todos os lugares desse país continental. As empresas brasileiras levam os botijões a 100% dos municípios, incluindo áreas remotas da Amazônia. São cerca de 60 mil distribuidores que oferecem um ponto de compra e troca do botijão, sempre próximo das pessoas. A cada segundo, 13 botijões são entregues. E o Gás do Brasil faz parte de 91% das residências.

Programa gás do povo

Agora, com o programa Gás do Povo, que substitui o antigo vale gás pela retirada do botijão físico, 15 milhões de famílias ganharam segurança para alimentar a família. Um botijão dura, em média, 60 dias. E permite que cada família cozinhe cerca de 325 pratos de comida.

As empresas do Sindigás, que reúne as distribuidoras, estão investindo R$ 2,5 bilhões para ampliar o parque de botijões, entregar novos cilindros e reforçar a logística. Hoje, elas entregam 400 milhões de botijões por ano, com segurança e confiabilidade. É por isso que 97% dos consumidores de GLP valorizam a procedência, segundo pesquisa do Instituto Locomotiva.

A revolução silenciosa do Gás do Brasil é fruto de uma parceria público-privada. Ela permitiu que o Brasil construísse um modelo que, com o Gás do Povo e o combate à pobreza energética, está se tornando inspiração também para outros países. É graças a ela que o Brasil irá cumprir um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU ainda antes de 2030: ele prevê, entre outras coisas, o acesso a serviços de energia confiáveis e modernos. É o caso do Gás do Brasil.

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